• BEIJO DA MULATA, N° 188, SOMMERSCHIELD II, MAPUTO

A NOSSA HISTÓRIA


Em resposta ao aumento do interesse internacional e do investimento dos Doadores nas actividades do sector da Saúde em Moçambique, particularmente em respeito ao HIV/SIDA, e em reconhecimento de que não havia nenhum fórum existente para tratar assuntos relacionados com as ONGs internacionais, um grupo de ONGs começou, de maneira informal, a reunir-se em Setembro de 2000.

Começa como uma tentativa de partilhar informações e de coordenar actividades. Até Dezembro de 2001, um grupo ampliado de ONGs, provisoriamente denominado por Fórum de ONGs, reunia-se regularmente com o suporte do Conselho Nacional de Combate ao SIDA (CNCS) para coordenar actividades de prevenção do HIV, e partilhar informação relacionada com objectivos, dados, fontes de financiamento e relatários sobre actividades em curso.

Quando o Fundo Global lança o seu primeiro convite para a submissão de propostas, em Janeiro de 2002, este grupo de ONGs, que já tinha começado ou que estava a preparar propostas de interveno, adoptou o nome de NAIMA (NGO AIDS Impact Mitigation Association) e foi-lhe dado um assento no mecanismo da Coordenação do País (CCM), representando as ONGs internacionais.

Outras ONGs envolvidas na área do HIV/SIDA, subsequentemente, juntaram-se ao grupo. E nesta ordem, a NAIMA transformou-se em NAIMA+ (NGO AIDS Impact Mitigation Association- + TB e Malaria) em resposta à componente da Tuberculose e Malária do Fundo Global e em reconhecimento das ONGs trabalhando na luta contra estes dois desafios de saúde pública.

Em reconhecimento das implicações a todos os níveis da pandemia do HIV/SIDA, e do potencial e necessidade de uma colaboração e planificação inter-sectoriais, a NAIMA+ viu os membros expandirem-se para além das ONGs que trabalhavam em actividades de combate ao HIV/SIDA, ligadas a saúde. E hoje a NAIMA+ inclui ONGs que trabalham nas áreas de segurança alimentar, educação, agricultura, entre outros sectores, para a mitigação do impacto do HIV/SIDA.

Em 2005, reconhecendo a necessidade de coordenação por parte do Ministério de Saúde com as ONGs internacionais no nível mais amplo, a NAIMA+ decidiu expandir ulteriormente a abrangência em termos de ONGs, abrindo a possibilidade de adesão de organizações que trabalhavam na Saúde, mas não necessariamente nos esforços de resposta ao HIV/SIDA.

A NAIMA+, depois de um processo de consulta com os seus membros, decidiu manter o nome que já era conhecido pelos parceiros, deixando o sentido do acrónimo, para tornar-se NAIMA+ ”A Network of NGOs working in Health and HIV/AIDS”.

Em 2008, a NAIMA+ foi registada como uma Associação Nacional de direito privado, sem fins lucrativos, de carácter humanitário, dotada de personalidade jurídica e de autonomia administrativa, financeira e patrimonial.